quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Pessoas lindas, nosso amigo Rafael pediu para que eu colocasse um link de um curso de stanford de graça e online, e no final ganha um certificado...
O curso oferece uns dois videos aula por semana e você pode estudar quando der!! É bem interessante, o único problema é que é em inglês.. mas ele disse que talvez consegue por legenda..Beijos Natália Zappa 

Prezados alunos,

Envio listagem da turma com os números da chamada que constam do sistema
da instituição.
Os nº ímpares farão a aula prática em 24/02, no primeiro horário 
e os nº pares farão a aula no segundo horário .
Para poder participar da aula prática, o aluno deverá chegar no horário
determinado, levar a apostila de aula práticas e estar vestindo jaleco
branco, calça comprida e sapato fechado (ex: tênis), como foi explicado na
aula teórica.

Até lá,
Profª Selma Cecília Bourroul
Curso de Biomedicina
Biologia Geral 1

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Galera, a Vanessa passou as respostas daquele questionário de química que teve na quarta!
Aqui estão :


Questionário Noções Básicas de Química

1- O que é átomo? Explique o modele atômico atual
R: Átomo é a menor parte de um elemento químico que conserva suas propriedades. Segundo o modelo atômico atual o átomo apresenta um núcleo que contém partículas positivas (prótons) e partículas neutras (nêutrons), e ao redor desse núcleo, distribuídos em várias camadas, encontram-se partículas de carga negativa (elétrons).

2 – Determine A, Z, número de prótons, número de nêutrons e o número de elétrons das seguintes espécies químicas: (Obs: Legenda -  X Z)
a) 88  Sr 38
b) 75 As 33
c) 55 Mn 25 +2
d) 56 Fe 26 +3
e) 79 Se 34 -2
R: a) A = 88, Z = 38, nº p = 38, nº n = 50, nº é = 38
     b) A = 75, Z = 33, nº p = 33, nº n = 42, nº é = 33
     c) A = 55, Z = 25, nº p = 25, nº n = 30, nº é = 23
     d) A = 56, Z = 26, nº p = 26, nº n = 30, nº é = 23
     e) A = 79, Z = 34, nº p = 34, nº n = 45, nº é = 36

3 - Porque os átomos se ligam?
R: Os átomos se ligam para tornar o sistema menos energético, ou seja, se tornarem mais estáveis.

4 – O que estabelece a regra do octeto?
R: A regra do octeto estabelece que para um átomo se tornar estável ele deve ter oito elétrons na camada de valência, exceto o hélio e o hidrogênio que ficam estáveis com dois elétrons na camada de valência.

5 – Quais são as características da ligação iônica?
R: As características da ligação iônica são:
        Ocorre entre metais e não metais
        Envolve perda e ganho de elétrons
        Ocorre formação de íons
        Existe uma grande diferença de eletronegatividade entre os átomos envolvidos
        A atração entre os átomos é forte (cargas)

6 – O que é ligação covalente? Quais são os tipos de ligação covalente?
R: Ligação covalente é o tipo de ligação em que ocorre compartilhamento de elétrons entre os átomos. A ligação covalente pode ser polar ou apolar.

7 – Determine o tipo de ligação e a fórmula molecular dos compostos formados pela combinação dos seguintes elementos:
a) K e N
b) F e O
c) Al e H
d) N e N
R: a) ligação iônica / K3N
     b) ligação covalente / OF2
     c) ligação iônica / AlH3
     d) ligação covalente / N2

8 – O que é reação química e como percebemos que ela ocorreu?
R: Reação química é um processo onde ocorre modificação na estrutura das moléculas (ditas reagentes), produzindo-se novas substâncias (ditas produtos). Percebemos que uma reação química ocorreu quando evidenciamos mudança de cor, formação de precipitado, formação de bolhas ou alteração da temperatura.

9 – O que é função química? Quais são as funções inorgânicas?
R: Função química é um conjunto de substâncias que apresentam propriedades químicas semelhantes. As funções químicas inorgânicas são: ácidos, bases, sais e óxidos.

10 – O que é pH? Do que depende o pH de uma solução?
R: pH é uma forma de expressar a acidez ou basicidade de uma solução, depende da concentração de prótons de hidrogênio em solução.

11 – Cicule os grupos funcionais e cite quais são as funções orgânicas presentes nos compostos orgânicos abaixo:
R: a) álcool e aldeído
     b) amina primária
     c) cetona
      d) ácido carboxílico
     e) ácido carboxílico e amina primária
     f) amida
     g) éter
     h) álcool e cetona
     i) amida e ácido carboxílico
     j) ácido carboxílico, éter e álcool
     k) éster

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012



Gente, segue o texto para a proxima aula.
Natália Zappa
11
O CONCEITO DE SAÚDE E
DO PROCESSO SAÚDE–DOENÇA



Preliminarmente há que se definir claramente sobre o que estamos falando
e os objetivos que pretendemos atingir, ou seja, discutir um sistema de saúde
que tem como objeto de trabalho o processo saúde-doença, em sua
complexidade e abrangência, e seus determinantes das condições de saúde da
população.
Desse modo, a saúde deve ser entendida em sentido mais amplo, como componente
da qualidade de vida. Assim, não é um “bem de troca”, mas um “bem
comum”, um bem e um direito social, em que cada um e todos possam ter assegurados
o exercício e a prática do direito à saúde, a partir da aplicação e utilização
de toda a riqueza disponível, conhecimentos e tecnologia desenvolvidos
pela sociedade nesse campo, adequados às suas necessidades, abrangendo promoção
e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação
de doenças. Em outras palavras, considerar esse bem e esse direito como componente
e exercício da cidadania, que é um referencial e um valor básico a ser
assimilado pelo poder público para o balizamento e orientação de sua conduta,
decisões, estratégias e ações.
A partir daí, deve-se perguntar: afinal, o que significa esse processo saúdedoença
e quais suas relações com a saúde e com o sistema de serviços de saúde?
Em síntese, em termos da determinação causal, pode-se dizer que ele representa
o conjunto de relações e variáveis que produz e condiciona o estado de
saúde e doença de uma população, que se modifica nos diversos momentos históricos
e do desenvolvimento científico da humanidade.
Assim, houve a teoria mística sobre a doença, que os antepassados julgavam
como um fenômeno sobrenatural, ou seja, ela estava além da sua compreensão
do mundo, superada posteriormente pela teoria de que a doença era um fato
decorrente das alterações ambientais no meio físico e concreto que o homem
vivia. Em seguida, surge a teoria dos miasmas (gazes), que vai predominar por
muito tempo.

12
DISTRITOS SANITÁRIOS: CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO

Até que, com os estudos de Louis Pasteur na França, entre outros, vem a prevalecer
a “teoria da unicausalidade”, com a descoberta dos micróbios (vírus e
bactérias) e, portanto, do agente etiológico, ou seja, aquele que causa a doença.
Devido a sua incapacidade e insuficiência para explicar a ocorrência de uma
série de outros agravos à saúde do homem, essa teoria é complementada por uma
série de conhecimentos produzidos pela epidemiologia, que demonstra a multicausalidade
como determinante da doença e não apenas a presença exclusiva de
um agente. Finalmente, uma série de estudos e conhecimentos provindos principalmente
da epidemiologia social nos meados deste século esclarece melhor a
determinação e a ocorrência das doenças em termos individuais e coletivo.
O fato é que se passa a considerar saúde e doença como estados de um mesmo
processo, composto por fatores biológicos, econômicos, culturais e sociais.
Deve-se ressaltar ainda o recente e acelerado avanço que se observa no campo
da Engenharia Genética e da Biologia Molecular, com suas implicações tanto na
perspectiva da ocorrência como da terapêutica de muitos agravos. Desse
modo, surgiram vários modelos de explicação e compreensão da saúde, da
doença e do processo saúde-doença, como o modelo epidemiológico baseado
nos três componentes – agente, hospedeiro e meio –, considerados como fatores
causais, que evoluiu para modelos mais abrangentes, como o do campo de
saúde, com o envolvimento do ambiente (não apenas o ambiente físico), estilo
de vida, biologia humana e sistema–serviços de saúde, numa permanente
inter-relação e interdependência.
Alguns autores questionam esse modelo, ressaltando, por exemplo, que o
“estilo de vida” implicaria uma opção e conduta pessoal voluntária, o que pode
não ser verdadeiro, pois pode estar condicionado a fatores sociais, culturais,
entre outros.
De qualquer modo, o importante é saber e reconhecer essa abrangência e complexidade
causal: saúde e doença não são estados estanques, isolados, de causação
aleatória – não se está com saúde ou doença por acaso. Há uma determinação
permanente, um processo causal, que se identifica com o modo de organização da
sociedade. Daí se dizer que há uma “produção social da saúde e/ou da doença”.
Em última instância, como diz Breilh, “o processo saúde-doença constitui
uma expressão particular do processo geral da vida social”.
Outro nível de compreensão que se há de ter em relação ao processo saúdedoença
é o conceito do que é ser ou estar doente ou o que é ser ou estar saudável.
Sem aprofundar as grandes discussões sobre esse tema, que envolvem entre
outras, como base de discussão preliminar e compreensão, as categorias da
“representação dos indivíduos” e a “representação dos profissionais” ou mesmo
das instituições de saúde, em um sentido mais pragmático pode-se destacar
que em toda população há indivíduos sujeitos a fatores de risco para adoecer
com maior ou menor freqüência e com maior ou menor gravidade. Além do
que, há diferenças de possibilidades entre eles de “produzir condições para sua
saúde” e ter acesso aos cuidados no estado da doença.

13

O CONCEITO DE SAÚDE E DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA


Há, portanto, grupos que exigem ações e serviços de natureza e complexidade
variada. Isso significa que o objeto do sistema de saúde deve ser entendido
como as condições de saúde das populações e seus determinantes, ou seja, o
seu processo de saúde-doença, visando produzir progressivamente melhores
estados e níveis de saúde dos indivíduos e das coletividades, atuando articulada
e integralmente nas prevenções primária, secundária e terciária, com redução
dos riscos de doença, seqüelas e óbito.
Desse modo, há que se compreender outra dimensão, que é aquela que coloca
o processo de intervenção, por meio de um sistema de cuidados para a saúde
para atender as necessidades, demandas, aspirações individuais e coletivas,
como um processo técnico, científico e político.
É político no sentido de que se refere a valores, interesses, aspirações e relações
sociais e envolve a capacidade de identificar e privilegiar as necessidades
de saúde individuais e coletivas resultantes daquele complexo processo de
determinação e acumular força e poder para nele intervir, incluindo a alocação
e garantia de utilização dos recursos necessários para essa intervenção.
É técnico e científico no sentido de que esse saber e esse fazer em relação à
saúde-doença da população não devem ser empíricos, mas podem e devem ser
instrumentalizados pelo conhecimento científico e desenvolvimento tecnológico,
pelo avanço e progresso da ciência.
Portanto, o saber e o fazer em relação à saúde da população mediante um sistema
de saúde é uma tarefa que implica a concorrência de várias disciplinas do
conhecimento humano e a ação das diversas profissões da área de saúde, bem
como ação articulada entre os diversos setores, que é requerimento para a produção
de saúde.
E aquela dimensão política inerente a esse processo social remete para a
necessidade de satisfazer um outro requerimento, próprio dos processos políticos
democráticos, que é a participação social, ou seja, a participação ativa da
população na formulação, desenvolvimento e acompanhamento das políticas e
dos sistemas de saúde, que hoje, no SUS, está minimamente estabelecida nos
conselhos de saúde (nacional, estadual e municipal) e conferências de saúde.
Estabelecidas essas preliminares conceituais e diretivas em relação à saúde e
doença, ao seu processo de determinação e ao sistema e serviços de saúde e seu
objeto de ação, ou seja, as bases conceituais de referência, passaremos à discussão
e análise do modelo de atenção SILOS/Distritos Sanitários.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Oi galera, criei um gmail para a sala e o blog!! Assim que receber o e-mais postarei aqui o conteúdo.
Beijos Natália Zappa.